quinta-feira, 14 de julho de 2011

Chapter 7 - Accio...Good bye!

LUMUS!
   E tudo começou com essa frase, em meados de 1997: “O Sr. E a Sra. Dursley, da rua dos Alfeneiros, n°4, se orgulhavam em dizer que eram perfeitamente normais, muito bem, obrigado”.
   Hoje, venho com esse post, um tanto triste na verdade pra grande maioria das pessoas. Com ele, venho falar se uma das maiores séries de livros e filmes que existe. Uma série que arrecadou milhões em todo mundo, por ter conquistado tão facilmente milhões de fãs: HARRY POTTER.
   Como todos já sabem, amanhã, dia 15 de julho de 2011, chega o último filme desta saga fantástica. E bota fantástica nisso! Mas, vocês que não são fãs devem estar se perguntando “O que há de tão bom assim em Harry Potter?”.
   Eu explico.
   J.K. Rowling, a autora desse mundo de sonhos e aventuras, nos encanta. Simples assim. É abrir os livros e ela te lança um feitiço. Como? Escrevendo de forma simples, mas envolvente! Uma história que no começo é até considerada comum. Um garoto que precisa fugir de um bruxo das trevas malvado e derrotá-lo. Só isso. Mas essa mulher criou algo a mais! Ela criou um universo completamente novo DENTRO de nossas vidas.
   Se você é fã do tipo FÃ com certeza já se pegou achando que tinha visto vassouras no céu à noite. Seres que você tem certeza que estão ali, naquele exato momento, mas por magia é impossível de vê-los. Há ainda aqueles que estão com 30 anos, mas ainda esperam ansiosamente pela sua carta de convocação pra estudar na maior escola de magia e bruxaria de Hogwarts.
   Sabe o que eu mais amo em Harry Potter, além da trama bem feita, sempre coerente com TUDO, tanto no mundo trouxa quanto no bruxo, das magias bem pensadas, das aventuras que tiram o leitor de seu mundo e o transporta para o Beco Diagonal? Foi o fato de que com Harry Potter eu comecei a me interessar por leitura. Eu era uma criança “normal”, até ganhar o meu primeiro livro que me faria gostar de ler e me aprofundar nas páginas: Harry Potter e a Pedra Filosofal. É... eu era uma criança como todas as outras, tirando que aos 9 anos de idade eu já tinha lido, além de A Pedra Filosofal, li A Câmara Secreta e O Prisioneiro de Azkaban. Já sabia antes de todo mundo o que ia acontecer no cinema, pois já tinha lido tudo!
   A cada livro que lido, leitor passa a gostar mais e mais do que se passa na vida de Harry, Rony e Hermione. Nos divertimos com Rony. Nos surpreendemos com Hermione. Nos identificamos com Harry.
   Você começa a se aproximar dos personagens, sentir que eles realmente estão vivos! Sua casa é Hogwarts, depois de ter pegado o Expresso de Hogwarts na Estação de King Cross na plataforma 9¾. Nunca me esqueço de um dia em que estava lendo A Ordem da Fênix, e uma chuva torrencial caía nas janelas do castelo. “Gostas de chuva no tamanha de balas de revólver batiam na janela do salão comunal da Grifinória”. Essa era a frase se não me engano. Terminei o capítulo e, como de costume, coloquei-o de lado. Olhei para a janela e me espantei! “mas não tava uma puta chuva agora mesmo??” (Hahaha)
   E quando Dumbledore morre? Certeza que todos ficaram =O, ou como minha tia T__T.
   Amanhã estreia o ultimo filme em que veremos todos nossos personagens preferidos no cinema.
   Amanhã será o ultimo dia em que compraremos entradas pra ver Harry e seus amigos batalhando contra Lord Voldemort.
   Infelizmente eu não poderei assistir no cinema, portanto acho que terei que esperar mais um ano até que o DVD saia pra finalmente assistir ^^.
   Então aqui eu me despeço de você, Harry Potter, companheiro de infância e de sonhos. Adeus.
   Tudo terminou com essa frase, em novembro de 2007: “A cicatriz não incomodara Harry nos últimos 19 anos. Tudo estava bem”.

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Play! – Kingdom Hearts

“A scattered dreams that’s like far-off memory.
A far-off memory that’s like scarttered dream.
I want to line the pieces up.
Yours and mine.”
(Sora, Kingdom Hearts II Opening)
  
Olá leitores e não leitores! Hoje estou postando o primeiro texto relacionado à games no meu blog, e vocês poderão mais tarde acessar através da sessão Games.
   Estou certo que muitos que jogam vídeo games, principalmente na era em que o Playstation One estava no auge, assim como os antigos Mega Drive (o meu quebrou e não liga T__T ) e o SNES, começaram a surgir vários jogos da Disney, tendo protagonistas como Mickey, Donald Duck e Goofy(Pateta), ou até mesmo Aladin, Simba (The Lion King) e muitos outros. Os jogos, na maioria das vezes, tinham como objetivo fazer acontecer a estória de seus respectivos filmes. Ligando isso ao título da postagem então vocês já devem ter percebido que Kingdom Heart é um jogo produzido pela Disney.
   O diferencial, comparado aos outros jogos da empresa é... USAR AS MAGIAS DE DONALD PRA DERROTAR CLOUD STRIFE!
 Não! Você não leu errado! O diferencial é que Kingdom Hearts é uma produção Disney, juntamente com a grandiosa rede de games Square Enix, antes conhecida como Square Soft, a grande criadora da série Final Fantasy! (Até me emocionei nessa parte).
   O jogo mostra a aventura do jovem garoto Sora, em busca de seus amigos e derrotar Ansem, responsável pela bagunça em todos os mundos Disney/Final Fantasy. Ao desenrolar da estória, é possível vermos grandes ícones e heróis da série mundialmente conhecida, como Cloud, Squall, Yuffie, Aerith (viva) e o vilão Sephiroth (Foda pra caralho de derrotar =/).
   A princípio, quem começa a jogar o primeiro game da série (comecei com o segundo =P) vai acha que é meio infantil e tal, principalmente por termos o Tarzan como aliado. Mas o esquema não é só chegar e matar, como em jogos como God of War ou Devil May Cry, apesar de ter que matar muitos Heartlees, seres inimigos. O game, apesar de ser livre, ou seja, não é de turno e você pode se movimentar muito bem nos cenários fantásticos, voando, pulando, andando de skate, reúne muitos elementos de RPG (lembra de Thundara, Fira, Cura e Summons, HP, MP?).
   Algo que só um jogo criado com detalhes incríveis da Square Enix poderia ter: Gráfico e Trilha Sonora maravilhosos, sem falar que cada mundo possui sua própria OST, como He is a Pirate, do Pirates of Caribean, ou até mesmo Under  the Sea, do A Pequena Sereia (sim, você pode lutar com a Ariel).
   Em relação ao enredo, como eu já disse, a principio é meio bobinho e infantil, mas ao jogar mais um pouquinho, você não consegue parar mais. A estória vai muito além do que parece! Uma prova disso é a Square já estar trabalhando no sétimo título da série, que é diferente de Final Fantasy, onde cada título é uma estória em um mundo paralelo e na maioria das vezes sem qualquer ligação. Aqui, quase todos tem Sora como o protagonista, mas independentemente disso, as outras estórias tem uma ligação fundamental com o enredo principal. Em Birth by Sleep (jogo que se passa 10 anos antes do primeiro jogo) e em 358/2 Days (uma sidestory de Roxas, Nobody de Sora) contam algo que aconteceu ou acontece durante os games, dando muitas explicações para os jogadores do que está por vir e o que acontece na série.
   Por fim, se você é fã de RPGs eu só digo “Joguem Kingdom Hearts”.  Não irão se arrepender!

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Write! - Uma carta para João

   Olá, leitores!
   Novo Post da sessão Write, com um conto que escrevi há um tempo atrás =). Espero que gostem ^^.


Uma carta para João.

   Não era de se esperar esse tão forte afeto que transbordava de João. Ah, pobre João. Não passava um dia sequer que conseguisse ficar sem olhar para a bela Maria. Bela sem dúvida e com todas as letras: B-E-L-A, e tenho dito. Seus cabelos caiam sobre seus ombros, tão negros quanto a noite que é fundo para o luar. A pele sedosa. Além disso, possuía um coração de ouro. Sua bondade e gentileza faziam com que todos os rapazes do vilarejo por ela se apaixonassem. Obviamente um desses tolos enamorados era nosso caro João, que já fugia do assunto.
   O rapazote era filho do único padeiro local, este que aparentava te sido esquecido por Deus ou qualquer outra divindade, tamanha eram as desgraças que lhe assombraram ao longo de sua amargurada vida. Fora rico, mas por uma série de desventuras tornou-se apenas mais um desgraçado como tantos outros que rastejam por aquelas bandas. Só lhe sobrara aprender a fazer pão com uma senhora, já quase batendo as botas. Com esse trabalho infeliz e humilde, ganhava dinheiro apenas para pagar a pensão que vivia com o filho e se sustentar.
   João também ajudava no sustento. Além de ajudar nas encomendas do pai, o rapaz ajudava o coveiro. Abria covas, levava os caixões com seus respectivos defuntos, ajudava também na limpeza desses corpos já vazio.
   A estimada donzela, por outro lado era filha do prefeito da cidade. Tinha um belo dote, além de todas as outras qualidades que as moças prendadas da época tinham. Costurava. Seus banquetes? Sempre os mais bem administrados. Dançava em bailes como uma verdadeira fada sobre as nuvens.
   João estava completamente encantado por Maria. Quais foram as noites que ele não passou em claro, pensando em sua prometida? Decerto que não foram poucas.
   Foi-se aproximando a chegada da primavera e um baile já estava sendo planejado pelas damas de alto status na sociedade. Seria no salão do centro. “O mais belo e formal das redondezas” dizia com a mais hipócrita das modéstias a mãe de Maria, a primeira-dama.
   E o dia chegou. João, que não agüentava mais esperar para declarar o seu amor à formosa senhorita, ensaiou um belíssimo discurso, isto é, até onde sua ignorante mente o permitiu. Uma simples, mas poderosa poesia seria declamada, acompanhada pela melodia de um afinado violino. Estava de fato tudo perfeito.
   Maria não podia mais esperar. Sua ansiedade era totalmente perceptível, mas sem nenhum motivo aparente. Apenas sorria em demasia e com um grande brilho no olhar. Fora à modista. Comprara os melhores tecidos! Fizera deles o mais belo dos vestidos. 

   O baile começa.

   Todos os convidados sentiam-se calorosamente recepcionados. A música, a banda. Os garçons e os quitutes. Tudo indo de acordo com os conformes.
   João se vestiu da melhor forma possível. Um colete, já a muito usado no enterro de sua falecida mãe, um chapéu simples de caçador. Seus sapatos pretos e um tanto imundos, faziam parte da vestimenta.
   Tudo fora esquematizado por João: o jantar terá seu início logo após as oito badaladas do sino da capela do Frei Manoel. Todos estarão se divertindo e rindo de algum fato ocorrido na cidade, antes do casal aqui narrado ter nascido. Será anunciada a deliciosa sobremesa. E aí o nosso herói entrará em ação. Declarar-se-à o grande amor que sente por Maria. Será uma surpresa para todos. Ela lhe dará um beijo de grande felicidade. Casar-se-ão em torno de três meses, não mais. Terão juntos muitos filhos e construirão uma linda família. E assim teremos um final feliz, muito merecido por esse sofredor.
   O sino tocou as suas oito alegres badaladas. O momento já se aproximava e João e Maria estavam com os nervos à flor da pele.
   O Duque - a presença ilustre do baile, vindo a pedido de seu cunhado, o prefeito – estava, depois de algumas conversas e de longos quarenta e cinco minutos na mente de João, pedindo aos garçons que trouxessem a sobremesa.
   João já estava se levantando e o violinista já se aproximava, quando a jovem senhorita pediu licença da mesa, dizendo que iria ao toilet. Tudo, é claro, com a maior sutileza e formalidade para passar-se por despercebida.
   Passou-se cerca de três quartos de hora e Maria ainda não havia voltado. Os criados já haviam saído do aposento para procurá-la.
   João já estava mais do que preocupado: estava angustiado e agonizando pelos cantos. Onde fora sua doce amada? Este que já não agüentava mais ficar sentado, decidiu ajudar na busca. Saiu do salão. Tomou a ousadia de invadir os aposentos na casa de Maria sem que ninguém o visse, apenas em um gesto silencioso.
   Foi sobre a cama que a viu. Não Maria, mas sim uma pequena carta. Cheirosa e com a caligrafia fina e delicada. Era de Maria, endereçada ao assustado João.
   Abriu-a sem mais delongas. Nela era possível ser lido o seguinte:

“Querido Joaquim,

   Com esta carta venho pedir-lhe da forma mais humilde a sua ajuda para com a minha pessoa. Sei que tens por mim um grande afeto, cujo qual acredito que seja apenas um carinho muito forte e respeito pela classe que meu pai se encontra. Por isso, quero que me ajude nesse momento de desespero, no entanto feliz de minha vida. Hoje, por volta das nove badaladas, meu grande amor virá às escondidas me buscar, para que possamos juntos viver um grande romance! Teremos vários filhos e seremos uma linda família, isso longe daqui.
    Enfim, preciso que atrapalhe a busca que à este momento já deve ter dado início por todo o condado. Peço-lhe com toda a minha gratidão que nos ajude. Um dia, Deus saberá recompensar-lhe, trazendo para ti a mais bela de todas as mulheres.

Grata,
    Maria.
   
   PS.: Deixo-lhe como guardião de nosso segredo. Se algum dia precisares de algum favor, não hesite em nos procurar. Segue abaixo o endereço...”

   As taciturnas badaladas recomeçar. Nove dessa vez.
   João estava abismado. Sem reação. Sem mais qualquer emoção.
   Dirigiu-se lentamente para o salão, onde todos já estavam aflitos aguardando a volta de Maria.
   João foi até o prefeito e entregou-lhe a carta, ainda cheirando a jasmim, que a linda filha deixara para trás.
   Naquele momento, todos os militares puseram-se a cavalgar o mais rápido possível para a aldeia em que Maria se escondia.
   Ao amanhecer, os homens voltavam, trazendo Maria em um dos cavalos. Amarrada dos pés a cabeça. No cavalo ao lado um corpo balançava.
   Não tardou para que o prefeito, desgostoso com a vida, mandasse que Maria fosse cruelmente castigada.
   A pobre garota veio adoecer, tanto por ter perdido o homem que amava, quanto pelas surras que levara do pai. Não tardou a falecer.
   João, que nada podia fazer, apenas assistia a tudo.
   Passaram-se alguns anos e João, mais acabado do que da ultima vez, conheceu Gabriela. E com ela foi feliz.

Atenciosamente,
@LeoGNobrega



sexta-feira, 1 de julho de 2011

Play! - Tegan and Sara: My Number

   Como estréia da parte musical do meu blog, pensei em postar uma música de uma de minhas bandas preferidas: Tegan and Sara. A música se chama My Number, e faz parte da trilha sonora do filme Doce Novembro (Sweet November).
   Infelizmente Tegan and Sara são pouquíssimo conhecidas aqui no Brasil, por serem bem alternativo até mesmo no Canadá, país onde as gêmeas nasceram e moram até hoje.
   Espero que gostem ^^
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Tegan and Sara - My Number


Showers pounding out a new beat
I trade my old shoes for new feet
I grab a new seat
I don't like the one I got the fabric's wearing through
And it's wearing me out
You're wearing me down
Watching old baseball games and low budget telethons
Ain't like watching you yourself when you yourself is on
Got time to wander to waste and to whine
But when it comes to you
It seems like I just can't find the time
So watch your head and then watch the ground
It's a silly time to learn to swim when you start to drown
It's a silly time to learn to swim on the way down
If I gave you my number would it still be the same
If I saved you from drowning promise me you'll
Never go away
Promise me you'll always stay
Closed down the last local zoo
I'm gonna win the endless war
Over who kills the last koala bear
And who in death will love him more and I
He grabs me by the hand
Drags me to the shore and says
Maybe you don't love me
But you'll grow to love me even more
And I well I'm not surprised


Atenciosamente,
@leoGNobrega

Play! - About it

   Olá pessoas de minhas redes sociais (agora com o Google+ pra diminuir minha vida real)!
   Vou começar a postar nesta sessão PLAY! também. Aqui deixarei separado meus jogos preferidos e músicas e/ou artistas que eu gosto ou são novas. No caso dos games, uma breve sinopse, talvez algum vídeo e imagens. no caso de músicas/artistas, um link onde vocês poderão ouvi-las (acho que vai ser geralmente por Youtube), a letra da mesma e uma crítica sobre.
   Espero que os senhores apreciem meus futuros posts.

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

 
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