quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Chapter 9 - I SAW bad films

   Olá, pessoas! Sim, faz tempo que não posto nada, quebrando minha promessa. Mas, who cares, não é mesmo? Muitos de vocês sabem que aconteceram algumas “coisas” nessas ultimas semanas. Devido a isso, perdi um pouco do foco que eu estava tentando trazer de volta.
   Agora sim vem o post:
   Sangue, tripas, nojo, tripas, gritos, sangue... tripas. Elementos principais dos filmes de maior sucesso nos dias de hoje, como Jogos Mortais (SAW), por exemplo. Mas, pera aí... isso realmente dá medo? HAHAHA...claro que não ¬¬. A reação do publico quando assistem a esse tipo de filme é parecida com essa: “Eca! Ele arrancou o próprio pênis!”. Uma cena dessas causa agonia ao espectador, mas não medo.
    Algum tempinho atrás, eu e meu amigo Will começamos a assistir filmes de terror antigos (bem antigos e ele assistiu bem mais), como Halloween, filme de terror de sucesso do ano de 1978. Will, como um bom amigo, me recomendou essa franquia de filmes de terror, cuja qual só ouvia falar e havia assistido a um remake (que não foi lá grandes coisas). Halloween, para os mais novos, é um filme que conta a história do assassino Michael Meyers, que inicialmente era apenas um garoto que esfaqueia brutalmente sua irmã. Simples assim =)...ou não. Anos depois, Micheal volta para...não vou spoilar também, né!? Enfim. Gente: DEU MEDO! Eu não posso falar muita coisa, visto que sou um cagão somos né Will? Então não sou uma boa fonte pra dizer o que dá medo ou não.
   O ponto é que, nesse filme, você não se depara com tripa nenhuma, não fica com nojo de nada. Você sente medo.
    A diferença para outros filmes “do gênero” é que Halloween, basicamente, é um filme escuro, sem muita luz, onde o ambiente pode esconder muitas coisas, inclusive o assassino (ah vá). Com isso, o espectador fica atento para ver se com o passar de um carro na rua, o rosto de Michael aparece nas sombras. Se aparecer você vai se assustar do mesmo modo.
   Infelizmente, são poucos filmes hoje em dia que ainda conseguem carregar a essência real do que é fazer um filme de TERROR.  A maioria opta por apresentar cenas fantásticas, que impressionam quem está do outro lado.
    Com isso, deixo minhas recomendações de filmes, tanto antigos quanto “novos” de filmes do gênero: Halloween, Sexta-feira 13, A hora do Pesadelo e Pânico. Todos são franquias, claro que alguns são melhores que outros, mas isso vai da opinião de cada um. ENJOY IT!

Atenciosamente,

@LeoGNobrega

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Chapter 8 - ¡La vuelta!

   Olá,  gente! Quanto tempo sem aparecer por aqui! Estou com saudades, mas minha cabeça simplesmente perdeu um pouco de criatividade nesses meses =/.
   E por falar em criatividade, aproveito pra lhes passar um post feito pela minha amiga Fernanda, dona do blog Nothing at all. Espero que vocês gostem =D.

¿Qué no daría yo por tener tu mirada?




Era azul, limpo, lindo. Era questinador, curioso, safado. Para completar, eram dois. Eram os tipos de olhos em que eu me afogava, perdia o ar, a cabeça, eu mesma. Pois, além de tudo, eram hipnóticos.

E, para piorar, você sabia disso, sabia do poder que tinha, e principalmente, do poder que tinha sobre mim. Você era sedutor, mas seus olhos eram ainda mais, como se fossem outro organismo. Amava você e amava seus olhos, de formas diferentes.

E você sabia disso, dizia palavras doces com seus olhos safados. E palavras safadas com seu olhar ingênuo. E assim me tinha na mão, na cama, na alma. Me tinha onde quisesse.

Meu amor por você era calmo, acolhedor, parceiro, daqueles que saem no domingo de manhã pra comer tapioca, daqueles que ligam na segunda à noite pra dizer que esqueceu um pouquinho lá em casa, mas que não importa, porque é o mesmo em nós dois.

Agora seus olhos...esses recebiam meu outro amor. Aquele insano, que te despe com o pensamento, que se entrega a qualquer momento, que persegue, grita, chora, discute, abraça, beija - ah, beija! -, e então: grita, xinga, termina, volta, se afoga. 

Seus olhos me faziam sofrer assim como você me fazia bem.

Mas, confesso, preferia o amor pelos olhos do que por você. Talvez fosse louca, ou talvez você que fosse.

Agora não existe nem a loucura dos olhos, nem a calma de você. Não me afogo mais, não me falta o ar, você não vai mais me salvar. Acabou toda a intensidade entre nós.

E, acredite, não sinto falta de você, nem do que eu era em sua companhia. Sinto falta dos seus olhos, do que eles eram pra mim e no que eles me transformavam. Com eles eu era azul, era curiosa, era safada...e por que não, sedutora?

Mas talvez você não amasse meus olhos.

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Gostaram? ^^
Bom, voltarei em breve, prometo.

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Chapter 7 - Accio...Good bye!

LUMUS!
   E tudo começou com essa frase, em meados de 1997: “O Sr. E a Sra. Dursley, da rua dos Alfeneiros, n°4, se orgulhavam em dizer que eram perfeitamente normais, muito bem, obrigado”.
   Hoje, venho com esse post, um tanto triste na verdade pra grande maioria das pessoas. Com ele, venho falar se uma das maiores séries de livros e filmes que existe. Uma série que arrecadou milhões em todo mundo, por ter conquistado tão facilmente milhões de fãs: HARRY POTTER.
   Como todos já sabem, amanhã, dia 15 de julho de 2011, chega o último filme desta saga fantástica. E bota fantástica nisso! Mas, vocês que não são fãs devem estar se perguntando “O que há de tão bom assim em Harry Potter?”.
   Eu explico.
   J.K. Rowling, a autora desse mundo de sonhos e aventuras, nos encanta. Simples assim. É abrir os livros e ela te lança um feitiço. Como? Escrevendo de forma simples, mas envolvente! Uma história que no começo é até considerada comum. Um garoto que precisa fugir de um bruxo das trevas malvado e derrotá-lo. Só isso. Mas essa mulher criou algo a mais! Ela criou um universo completamente novo DENTRO de nossas vidas.
   Se você é fã do tipo FÃ com certeza já se pegou achando que tinha visto vassouras no céu à noite. Seres que você tem certeza que estão ali, naquele exato momento, mas por magia é impossível de vê-los. Há ainda aqueles que estão com 30 anos, mas ainda esperam ansiosamente pela sua carta de convocação pra estudar na maior escola de magia e bruxaria de Hogwarts.
   Sabe o que eu mais amo em Harry Potter, além da trama bem feita, sempre coerente com TUDO, tanto no mundo trouxa quanto no bruxo, das magias bem pensadas, das aventuras que tiram o leitor de seu mundo e o transporta para o Beco Diagonal? Foi o fato de que com Harry Potter eu comecei a me interessar por leitura. Eu era uma criança “normal”, até ganhar o meu primeiro livro que me faria gostar de ler e me aprofundar nas páginas: Harry Potter e a Pedra Filosofal. É... eu era uma criança como todas as outras, tirando que aos 9 anos de idade eu já tinha lido, além de A Pedra Filosofal, li A Câmara Secreta e O Prisioneiro de Azkaban. Já sabia antes de todo mundo o que ia acontecer no cinema, pois já tinha lido tudo!
   A cada livro que lido, leitor passa a gostar mais e mais do que se passa na vida de Harry, Rony e Hermione. Nos divertimos com Rony. Nos surpreendemos com Hermione. Nos identificamos com Harry.
   Você começa a se aproximar dos personagens, sentir que eles realmente estão vivos! Sua casa é Hogwarts, depois de ter pegado o Expresso de Hogwarts na Estação de King Cross na plataforma 9¾. Nunca me esqueço de um dia em que estava lendo A Ordem da Fênix, e uma chuva torrencial caía nas janelas do castelo. “Gostas de chuva no tamanha de balas de revólver batiam na janela do salão comunal da Grifinória”. Essa era a frase se não me engano. Terminei o capítulo e, como de costume, coloquei-o de lado. Olhei para a janela e me espantei! “mas não tava uma puta chuva agora mesmo??” (Hahaha)
   E quando Dumbledore morre? Certeza que todos ficaram =O, ou como minha tia T__T.
   Amanhã estreia o ultimo filme em que veremos todos nossos personagens preferidos no cinema.
   Amanhã será o ultimo dia em que compraremos entradas pra ver Harry e seus amigos batalhando contra Lord Voldemort.
   Infelizmente eu não poderei assistir no cinema, portanto acho que terei que esperar mais um ano até que o DVD saia pra finalmente assistir ^^.
   Então aqui eu me despeço de você, Harry Potter, companheiro de infância e de sonhos. Adeus.
   Tudo terminou com essa frase, em novembro de 2007: “A cicatriz não incomodara Harry nos últimos 19 anos. Tudo estava bem”.

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Play! – Kingdom Hearts

“A scattered dreams that’s like far-off memory.
A far-off memory that’s like scarttered dream.
I want to line the pieces up.
Yours and mine.”
(Sora, Kingdom Hearts II Opening)
  
Olá leitores e não leitores! Hoje estou postando o primeiro texto relacionado à games no meu blog, e vocês poderão mais tarde acessar através da sessão Games.
   Estou certo que muitos que jogam vídeo games, principalmente na era em que o Playstation One estava no auge, assim como os antigos Mega Drive (o meu quebrou e não liga T__T ) e o SNES, começaram a surgir vários jogos da Disney, tendo protagonistas como Mickey, Donald Duck e Goofy(Pateta), ou até mesmo Aladin, Simba (The Lion King) e muitos outros. Os jogos, na maioria das vezes, tinham como objetivo fazer acontecer a estória de seus respectivos filmes. Ligando isso ao título da postagem então vocês já devem ter percebido que Kingdom Heart é um jogo produzido pela Disney.
   O diferencial, comparado aos outros jogos da empresa é... USAR AS MAGIAS DE DONALD PRA DERROTAR CLOUD STRIFE!
 Não! Você não leu errado! O diferencial é que Kingdom Hearts é uma produção Disney, juntamente com a grandiosa rede de games Square Enix, antes conhecida como Square Soft, a grande criadora da série Final Fantasy! (Até me emocionei nessa parte).
   O jogo mostra a aventura do jovem garoto Sora, em busca de seus amigos e derrotar Ansem, responsável pela bagunça em todos os mundos Disney/Final Fantasy. Ao desenrolar da estória, é possível vermos grandes ícones e heróis da série mundialmente conhecida, como Cloud, Squall, Yuffie, Aerith (viva) e o vilão Sephiroth (Foda pra caralho de derrotar =/).
   A princípio, quem começa a jogar o primeiro game da série (comecei com o segundo =P) vai acha que é meio infantil e tal, principalmente por termos o Tarzan como aliado. Mas o esquema não é só chegar e matar, como em jogos como God of War ou Devil May Cry, apesar de ter que matar muitos Heartlees, seres inimigos. O game, apesar de ser livre, ou seja, não é de turno e você pode se movimentar muito bem nos cenários fantásticos, voando, pulando, andando de skate, reúne muitos elementos de RPG (lembra de Thundara, Fira, Cura e Summons, HP, MP?).
   Algo que só um jogo criado com detalhes incríveis da Square Enix poderia ter: Gráfico e Trilha Sonora maravilhosos, sem falar que cada mundo possui sua própria OST, como He is a Pirate, do Pirates of Caribean, ou até mesmo Under  the Sea, do A Pequena Sereia (sim, você pode lutar com a Ariel).
   Em relação ao enredo, como eu já disse, a principio é meio bobinho e infantil, mas ao jogar mais um pouquinho, você não consegue parar mais. A estória vai muito além do que parece! Uma prova disso é a Square já estar trabalhando no sétimo título da série, que é diferente de Final Fantasy, onde cada título é uma estória em um mundo paralelo e na maioria das vezes sem qualquer ligação. Aqui, quase todos tem Sora como o protagonista, mas independentemente disso, as outras estórias tem uma ligação fundamental com o enredo principal. Em Birth by Sleep (jogo que se passa 10 anos antes do primeiro jogo) e em 358/2 Days (uma sidestory de Roxas, Nobody de Sora) contam algo que aconteceu ou acontece durante os games, dando muitas explicações para os jogadores do que está por vir e o que acontece na série.
   Por fim, se você é fã de RPGs eu só digo “Joguem Kingdom Hearts”.  Não irão se arrepender!

Atenciosamente,
@LeoGNobrega

 
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